Irritando Luciano Boiteux
Ontem saí de casa para ir so Shopping Leblon, contrariado, pegar meu passaporte. Meu motorista me deixou em frente e foi dar a volta no quarteirão. Defina quarteirão: o cara vira à direita, vira depois à direita novamente, direita e direita, obviamente respeitando as mãos das ruas. E chegou. Mas o Deco caprichou. Me ligou e disse que estava em frente à casa do meu irmão. Tranquilo. Carlos Góis. Entra na Humberto de Campos, vai até o final... Ele errou 4 vezes. Na quinta, pedi para parar em frente ao cinema e fui a pé. Né, Deco?
E o shampoo? Fui em uma excursão para os EUA há mais de 25 anos atrás, eu e Beto Rodrigo Octavio. Ficamos no quarto com 2 moleques, Kadu e André. O fato é que os dois usavam meu shampoo Johnson's. Um dia, perdi a paciência e fiz xixi no shampoo. Os moleques foram tomar banho e começaram a gritar... Rsrsrs. Tolerância zero para babaquice.
A melhor de todas aconteceu na rua em que morava, a Piratininga, na Gávea. Meu quarto, por uns tempos, era de frente para a rua. E todo dia às 6 da manhã um funcionário da Toca do Coelhinho - que na época não era mais escola - pendurava um radinho de pilha vagabundo em um prego no muro e ia varrer. Eu abria a janela, pedia para baixar, e ele ficava rindo. Um dia, de ovo virado, apoiei o 38 na grade da janela e larguei um. Pegou em cheio. Depois fiquei com pena e dei outro rádio para o Eduardo.
E minha irmã? Começou a encher meu saco certa vez dentro de um taxi, na Nossa Senhora de Copacabana, indo para o dentista. Saltei no meio da rua, peguei outro taxi e voltei para casa. Ela, para variar, estava sem dinheiro... Kkkkkkkk.
E o seu Afonso. Taxista boa praça, português, orgulhoso de ter criado duas filhas "direitas".
Minha irmã, no taxi, falou algo do tipo: "sua filha é virgem só se for da orelha, né, seu Afonso"...
_ Saia já do meu taxi, sua filha da puta!
O português ficou irado. Mas eles se amavam...
Eu passei mal de tanto rir, e de dar tchau para ela... O portuga, que já se foi, era tolerância zero.
Ontem saí de casa para ir so Shopping Leblon, contrariado, pegar meu passaporte. Meu motorista me deixou em frente e foi dar a volta no quarteirão. Defina quarteirão: o cara vira à direita, vira depois à direita novamente, direita e direita, obviamente respeitando as mãos das ruas. E chegou. Mas o Deco caprichou. Me ligou e disse que estava em frente à casa do meu irmão. Tranquilo. Carlos Góis. Entra na Humberto de Campos, vai até o final... Ele errou 4 vezes. Na quinta, pedi para parar em frente ao cinema e fui a pé. Né, Deco?
E o shampoo? Fui em uma excursão para os EUA há mais de 25 anos atrás, eu e Beto Rodrigo Octavio. Ficamos no quarto com 2 moleques, Kadu e André. O fato é que os dois usavam meu shampoo Johnson's. Um dia, perdi a paciência e fiz xixi no shampoo. Os moleques foram tomar banho e começaram a gritar... Rsrsrs. Tolerância zero para babaquice.
A melhor de todas aconteceu na rua em que morava, a Piratininga, na Gávea. Meu quarto, por uns tempos, era de frente para a rua. E todo dia às 6 da manhã um funcionário da Toca do Coelhinho - que na época não era mais escola - pendurava um radinho de pilha vagabundo em um prego no muro e ia varrer. Eu abria a janela, pedia para baixar, e ele ficava rindo. Um dia, de ovo virado, apoiei o 38 na grade da janela e larguei um. Pegou em cheio. Depois fiquei com pena e dei outro rádio para o Eduardo.
E minha irmã? Começou a encher meu saco certa vez dentro de um taxi, na Nossa Senhora de Copacabana, indo para o dentista. Saltei no meio da rua, peguei outro taxi e voltei para casa. Ela, para variar, estava sem dinheiro... Kkkkkkkk.
E o seu Afonso. Taxista boa praça, português, orgulhoso de ter criado duas filhas "direitas".
Minha irmã, no taxi, falou algo do tipo: "sua filha é virgem só se for da orelha, né, seu Afonso"...
_ Saia já do meu taxi, sua filha da puta!
O português ficou irado. Mas eles se amavam...
Eu passei mal de tanto rir, e de dar tchau para ela... O portuga, que já se foi, era tolerância zero.
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